terça-feira, 23 de julho de 2013

ACESSIBILIDADE

Introdução Pessoas portadoras de deficiências físicas motoras ou com mobili¬dade reduzida eventualmente enfrentam dificuldades relacionadas à falta de acessibilidade às edificações. O desafio de estabelecer o direito das pessoas ao livre movimento começa nas vias públicas e se estende a outros locais, como escolas, hospitais, espaços de lazer ou até às próprias residências. Apesar da existência de leis específicas visando garantir o acesso de todos os cidadãos a quaisquer lugares, nem sempre isso parece ocorrer de maneira satisfatória. Propomos a seguir um projeto de pesquisa relacionado às dificuldades sen¬tidas pelas pessoas para se movimentar em seus espaços de convivência ou nas vias pelas quais se deslocam. Trata-se de um trabalho com características interdisciplinares a respeito das denominadas barreiras arquitetônicas. Dessa maneira, você trabalhará nesse projeto com condições de restrições ao movi-mento. OBJETIVOS O nosso objetivo é primeiramente conscientizar as pessoas da importância do acesso para todos, para que elas também possam ajudar-nos com esse projeto. Mas o nosso principal foco é melhorar a nossa cidade, começando de um pequeno bairro para depois ampliar as nossas expectativas. Além dessa análise, queremos também algo concreto, que realmente mude a vida das pessoas com deficiência física como adequar construções e prédios, reformar as instalações já existentes e melhorar a infraestrutura do bairro, integrando essas pessoas à comunidade. Tipos de deficiência: • Deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física. • Deficiência auditiva: perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais. • Entrada; • Banheiro; • Refeitório; • Salas de aula; • Sala de informática e multimídia. • O maior problema encontrado por toda a escola e principalmente na entrada foram as escadas. Por falta de rampas, os deficientes não conseguiriam passar dos portões. ‘ Queremos uma escola para todos. Não basta dizer que não temos estrutura e ao mesmo tempo não tentarmos mudar nada.’ – João Vitor Viola. Rampas • Há uma rampa que poderia ser usada para a entrada de deficientes no local, porém, está em péssimas condições e impossibilitando a passagem. Augusto Oliveira nos mostrou que realmente não é possível utilizar a rampa. Banheiro • Tanto no feminino, como no masculino, os problemas encontrados são os mesmos; • As pias não possuem tamanhos adequados e os espaços para passagem são estreitas; • Falta de sanitário adequado para cadeirantes. ‘ Tem dias que não conseguimos entrar no banheiro por causa do cheiro. Pior ainda é saber que nossa escola tem estrutura para melhorar, mas ninguém busca a mudança. ’ – Lívia Garcia. Refeitório • Espaço reduzido, dificultando a locomoção dos alunos; • Outro problema são os pratos jogados pela escola. ‘ Acho desagradável ver pratos que foram usados para comer estando jogados pelo chão da escola’ – Pedro Henrique Orcini. Soluções propostas por: Brenda Silveira, Eduardo Oliveira, Luiza Helena Caporalli, Natalia Dezo, Vinícius Dalalana. • Arrumar a rampa e criação de outras; • Adquirir material didático especial; • Contratar mais funcionários para limpeza; • Aumento no tamanho das portas; • Fechar buracos dentro e fora da escola; • Adequar os banheiros de acordo com as necessidades do indivíduo; • Piso para deficiente visual.

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